20 de novembro de 2014

Um ano de lowcarb

Há mais de um ano, após ler alguns textos sobre os benefícios de uma alimentação lowcarb, optei por arrumar a minha alimentação mais uma vez.

Vinha passando por problemas de baixa imunidade, excesso de peso e excesso de gases.

Após um período de adaptação, totalmente normal, comecei a ter os benefícios de uma alimentação natural, ou seja, lowcarb.

Em relação aos treinos, comecei a realizar os treinos todos em jejum e sem nenhuma alimentação durante os treinos. Fiz vários longos de 2 hrs sem nada e chegava super bem em casa. Para quem teve sérios problemas no pós longo isso é um senhor avanço.

Minha imunidade melhorou assustadoramente e posso dizer que fiquei apenas uma vez com gripe em um ano. Uma gripe beem leve e que pegou pesado aqui em casa.

Meus gases, que era podres e em grande número, simplesmente sumiram. Quem vê um cara comendo quatro ovos caipira no café da manhã pode achar que o negócio vai feder depois, né? Pois é, fede não. O que fede é aquele pãozinho integral bonitinho com grãos.

O peso voltou, saudavelmente, ao peso da época da faculdade, ou seja, 89 quilos.

Hoje, por ler tanto sobre uma dieta paleo, veja as coisas de outro jeito. A naturalidade dos movimentos que perdemos, o contato de nossos pés com os chãos, como deveríamos nos expor ao sol e a tudo que nos cerca.

Sinceramente, foi a melhor mudança que fiz. Digo que até melhor do que ter começado a correr há 7 anos.

Abraços !!!

6 de novembro de 2014

Um mês sem postar, quase sumi de vez.

É, lá se vai um mês sem postar.

Tudo meio corrido no trabalho e em casa.
Aí, não sobra tempo e nem oportunidade para escrever.

Fora isso, as coisas parecem estar mudando.
Depois de 6 anos escrevendo e escrevendo, acho que enchi,
Sei lá. Passei por isso algumas vezes, mas agora veio diferente.
Enfim ...

A lesão está quase resolvida.
A Smart Fit ajudou? Não.
O médico ajudou? Não.
A acupuntura ajudou? Não sei.

Quem ajudou?




Sério ?!?!?

Sério !!!

Meus estalos subindo as escadas sumiram e as dores estão bem esparsas.
Como em um passe de mágica.

O que resolveu? Os dois movimentos que ele ensina no vídeo.

Mas, o que tem mais resolvido é ficar várias vezes durante o dia em uma perna só.

Ainda sinto um pouco de dor, mas bem pouco.

E os treinos?

Indo. Totalmente barefoot.
Mesmo? Por que isso?
Não sei, porque isso resolveu o meu problema e estou curtindo.

É isso.

Tudo de bom !!!

6 de outubro de 2014

Você conhece o Desafio Boost Endless Run?

É a primeira prova da adidas desenvolvida para corredores com energia infinita, o objetivo é completar os desafios de 10K+5K+1K numa só corrida!
 
Funciona assim:

- Primeiro desafio: 10k 
- Segundo desafio: Após um breve período de recuperação, onde todos os corredores terão serviços de nível internacional e uma experiência de marca inesquecível, +5K
- Desafio final: Os atletas que apresentarem melhor desempenho nas duas distâncias iniciais poderão participar do BOOST +1K
O Desafio Boost Endless Run terá sua próxima prova no Rio de Janeiro no dia 19 de outubro. E tem inscrições no sitewww.desafioboost.com.br/rj até o dia 12/10/14 (ou até o término das vagas disponíveis)
 
 
E mais! adidas propõe um desafio extra nas redes sociais:
Todos que irão participar da prova no dia 19 de outubro no Rio estão desafiados a postarem suas fotos de “antes e depois” com a tag #boostrun. Uma maneira dos participantes interagirem com outros os colegas corredores para mostrarem sua energia infinita.


30 de setembro de 2014

É tempo de lesão

Volumes reduzidos
Intensidades baixas
Dores que somem
Dores que aparecem

Novas atividades
Novos livros
Novas descobertas

Um novo corpo em novos desejos

22 de setembro de 2014

Treine seus glúteos para consertar seus joelhos - condromalácia patelar

O meu problema do joelho começou bem antes dele doer.
Durante os treinos para a maratona, comecei a notar que tinha dificuldade de levantar a partir de uma posição ajoelhada. Eu simplesmente não tinha força para levantar.

Mas, por que isso? Eu tinha o problema, mas ainda não sabia o que estava acontecendo.
Agora, eu sei, que o joelho é levantado pelo quadriceps e o corpo é levantado pelo gluteo, que estava ou está ainda adormecido.

A Condromalácia é uma lesão ocasionada pelo desbalanceamento entre o vasto lateral e o vasto medial ou entre o isquiotibial e os quadriceps. Ainda não tenho certeza se o gluteo está envolvido nesse desbalanceamento.

O que acontece nesse desbalanceamento? Um músculo fica mais tenso ou forte que o outro e por estar inserido no joelho e/ou na patela, acaba puxando-a de forma desordenada e fazendo-a correr fora do seu lugar. Daí a dor.

Um dos grandes problemas da corrida é a forma em que corremos.
Vários textos dizem que devemos ter uma forma livre e outros dizem que devemos ter uma técnica única. Bem, eu digo que existe uma técnica correta e que ela deve ser perseguida, mas por que?

Porque quando você não tem a técnica correta, que seria com uma leve inclinação para a frente e a perna de trás extendendo, você está forçando desnecessariamente seus isquiotibiais e provocando o tal desbalanceamento que ocasiona a condromalácia.

Meu filho correndo naturalmente. Essa é a técnica !!!

Depois de perceber que o problema estava nos meus glúteos, comecei a notar que ele era flácido, totalmente bunda mole. Cheguei até a apertar a bunda do meu filho para poder comparar.

Por que eu tinha isso?

Como um corredor pode ter uma bunda flácida? Porque vivemos um problema chamado amnésia dos glúteos. Esse potente músculo pelo excesso de tempo sentado e por posições que não fazemos mais, simplesmente não é mais utilizado.

Descoberto o problema e mais ou menos a solução, que seria o alongamentos dos isquiotibiais e o fortalecimento dos glúteos, eu vivo pensando em um pequeno detalhe: eu preciso fortalecer os glúteos sem utilizar os isquio, ou seja, eu não posso fazer ponte e mais um monte de posições que os instrutores de academia indicam.

Ainda não descobri o caminho certo, mas sigo correndo atrás. Lendo, testando, lendo e testando.
Já descobri o alongamento e estou quase acertando o fortalecimento.

Uma coisa, eu estou fazendo: CORRENDO DESCALÇO. Mas, por que ? Porque eu acredito na naturalidade das coisas.

Esse é um dos centenas de textos que li sobre a condromalácia patelar e que me ajudou a avançar.
Essa é uma tradução livre usando o google translator "tabajara", o texto original está aqui

À primeira vista, a influência dos músculos glúteos sobre a saúde do joelho é tudo menos óbvio. No entanto, se você examinar a função dos glúteos de perto, haverá uma grande aha-momento. Em suma, o glúteo máximo e fibras posteriores do glúteo médio são responsáveis ​​pela produção de rotação externa e abdução do quadril (movimento da perna para o exterior como em decúbito lateral leg raise). Ambos são vitais para a saúde do joelho e aqui está o porquê. 
Como seus glúteos corrigir sua dor no joelho 
Desde os glúteos pode produzir rotação externa e abdução também podem resistir a rotação interna e adução do quadril. Lembre-se da imagem à direita do nosso breve olhar para rodado internamente fêmures? Se você olhar para renderização (B), você pode ver exatamente o tipo de situação boa função glútea (ou seja, uma bunda saudável) pode impedi-lo de entrar em. 
Ao impedir os joelhos de entrar em colapso dentro dos glúteos também ajudam a minimizar o risco de lesões do LCA-, desde o joelho para dentro desmoronou coloca a ACL em um alto risco. Em outras palavras: os glúteos ajudá-lo a manter a alta qualidade do movimento, por exemplo, quando aterrava ou em execução e alta qualidade de movimento será sempre reduzir o estresse sobre as articulações. 
As causas para glúteos fracos 
Infelizmente, as nossas glúteos ter um monte de batidas nos dias de hoje, metaforicamente falando. Ao sentar muito, você estará se submetendo ao que Kelly Starrett chama de "laminação bunda": a fáscia muscular e qualidade de seus glúteos e isquiotibiais é impactado negativamente pela pressão constante de estar. Em última análise, isso leva a "amnésia glútea", a incapacidade de controlar os músculos glúteos, manifestando-se em glúteos fracos e inativos. O termo foi cunhado pelo Dr. Stuart McGill, que fez uma extensa pesquisa sobre dor nas costas, mas é tão importante para a saúde do joelho, como é para uma volta saudável. 
Outra razão para glúteos fracos e inibidos são flexores do quadril apertados. Os flexores do quadril (psoas, reto femoral) são os antagonistas dos extensores de quadril (glúteos, isquiotibiais) e se um grupo é apertado demais, o outro grupo será inibida na saída de força. Como já discutido no post sobre a inclinação pélvica anterior e como corrigi-lo, flexores do quadril apertados são um subproduto de sentar-se muito. A pergunta que fica é como voltar ao normal. 
Como treinar seus glúteos 
Para treinar seus glúteos você primeiro tem que se livrar do excesso de tensão em seu quadril anterior esticando os flexores do quadril. Isso permitirá que seus glúteos para trabalhar sem ser impactado negativamente pelos flexores do quadril apertados. Vários autores (eg Tsatsouline, Starrett) referem-se os flexores do quadril, como o travão de mão do corpo humano e antes de você é capaz de se destacar no atletismo você terá que desfazê-lo. Se você já foi trabalhar nas brocas de "inclinação pélvica anterior e como corrigi-lo", seus primeiros passos já foram feitas. Apenas continue praticando esses exercícios e seu hip flexor aperto será muito melhor em breve. 
Há também muita sobreposição das brocas corretivas Eu estabelecidos no artigo sobre "rotação interna do fêmur", por isso só voltar e continuar a praticar estes pequenos exercícios. No entanto, eu não vou deixar você fora, sem lição de casa adicional. A seguir broca irá ajudá-lo a ativar seus glúteos antes de um treino, mas você também pode simplesmente fazê-las de forma geral, treinar seu CNS para disparar seus glúteos corretamente.

Um video do Sock Doc falando sobre a "bunda":




Mais alguns links interessantes, desculpe se estão em inglês, mas essa é a melhor fonte.

http://sock-doc.com/2014/07/hamstring-injuries/

http://jkconditioning.com/leg-training/get-your-butt-in-the-gym-strength-exercises-for-runners/

20 de setembro de 2014

Barefoot Running Style - Mark Cucuzzella

Esse cara me ajudou no ano passado, quando eu tive uma lesão no pé.
Agora, ele vai me ajudar de novo.
Já fiz sete treinos descalço e estou gostando muito.

Conheci a corri descalça em 2009, quando tive uma lesão na banda iliotibial.
De lá pra cá, muita coisa aconteceu.




Aqui está um pouco da história dele: http://zero-drop.com/?p=1485

Abaixo, eu faço uma tradução livre usando o google:

O Dr. Mark Cucuzzella, 43, nunca tem tempo para dormir, ter calma, relaxar? Ele é um maratonista altamente realizado (02:24 PR), diretor de prova, médico de família, Professor Associado da Escola de West Virginia University of Medicine, o tenente-coronel na reserva da Força Aérea, e dono de Dois Passos Rios, um Centro de duração Natural e Andar , em Sheperdstown, West Virginia. A loja abriu em maio passado e é a primeira loja de varejo do país (que também vende online) voltado especificamente para a multidão sapato minimalista e com os pés descalços em execução, com Newton, Terra Plana, Inov-8, Kigo, Sockwa, bem como de baixo perfil modelos da Saucony, New Balance e Brooks. A loja também traz saudáveis, calçados infantis funcionais da Terra Plana Vivo crianças. Cucuzzella é apaixonado por muitas coisas, mas recebendo os corredores feridos de volta em seus pés está bem no topo da sua lista. Para este fim, ele é uma das principais forças motrizes de uma nova conferência running state-of-the-art, a ser realizada em janeiro 28-30, e que vai oferecer palestras e workshops sobre como executar a prevenção de lesões, a mecânica da marcha e reabilitação. Para mais informações sobre "Novas Tendências na Prevenção de Lesões de Corredores" aqui. Enquanto Mark cronometrou 02:34 na Maratona de Boston 2010, aos 43 anos, ele costumava ser um corredor ferido. Como ele chegou até onde ele está agora-livre de dor e um verdadeiro pioneiro no movimento natural de corrida é o assunto do próximo ensaio pessoal que Marcos escreveu para Zero Gota. 

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Então, por que um médico de família estar pesquisando em execução lesões, experimentando todos os tipos de técnicas e modelos de tênis de corrida e até mesmo abrir uma loja que vende apenas sapatos baixos em seu tempo livre? A resposta é uma missão para executar dor completamente grátis e com função eficiente sem esforço com grandes dedos que não se dobram e na missão mais desafiadora para compartilhar as duras lições aprendidas para os outros que querem continuar se movendo para a vida. 

Eu fui um corredor desde os 13 anos e correu competitivamente na Universidade da Virgínia, em meados dos anos 1980. Como um corredor freqüentemente ferido, o meu interesse pela medicina foi desencadeada depois de experimentar o nosso médico da equipe Dr. Daniel Kulund de Charlottesville tentou alguns bizarro na época e abordagens inovadoras para lesões de corrida. Ele foi o primeiro a ter as pessoas correm na piscina para treinamento e reabilitação e tinha uma profunda banheira de hidromassagem tamanho da piscina em seu escritório com uma corda. Ele deu a elite e recreativo renascimento corredores por seus métodos. Corredores treinam na água agora não apenas como reabilitação lesão, mas para a prevenção e formação complementar. Vinte anos na minha carreira médica, estou revivendo a paixão que eu sentia naquele momento trabalhando com inovadores na gestão técnica, força funcional, condicionamento aeróbico mais seguro, e design de calçados. 

Dr. George Sheehan foi outro indivíduo cujas idéias eram também muito à frente do seu tempo. Eu li "de duração e ser" na escola e realmente não entendi o que ele estava falando ... mas agora eu faço. Holismo, prevenção, movimento e compreensão das causas profundas da injury-- estes são a base de funcionamento livre de dor para a vida. Aqui está uma das minhas passagens favoritas em algo que ele escreveu em 1975: "Se os atletas receberam menos cuidado e mais atenção, os médicos podem vir acima com algumas idéias originais sobre o porquê de a doença persistir, por lesão não esclarecer. Se mais não médicos poderia ser induzido a emprestar suas idéias e talentos, poderemos ver uma abordagem completamente nova para a medicina esportiva. "

Um inovador moderno aplicar estes princípios inovadores e integrados é Jay Dicharry da Universidade de Virginia velocidade Clinic. Sua curiosidade e busca de novos métodos me deu a oportunidade de apresentar a pesquisa ChiRunning ao 2008 e 2009 UVA Correndo Conferência Medicina e eventos comunidade execução Run nossa Liberdade é como um modelo para o envolvimento da comunidade nessa conferência. Jay conecta forma, função, desempenho e prevenção de lesões e capacita aqueles que ele vê com insight, dicas e instruções detalhadas para auto-correção. Ele está produzindo a investigação necessária e evidências para provar os princípios consagrados pela "corrida natural." 


A descalço Mark na frente de sua loja, com os funcionários Tom Shantz na frente em Green Evos, e James Munnis à sua direita. 
Vivemos em um mundo em medicina esportiva agora onde as lesões de corrida ainda são tratadas com repouso, gelo, sapatos novos e mais volumosos, alongamento, outros exames sofisticados de ressonância magnética, e vários dispositivos. Apesar de todo esse cuidado, de que há pouca ou nenhuma base de evidências, os corredores ainda estão se machucar com as mesmas taxas elevadas. Corredores estão se tornando ex-corredores não por escolha, mas por sugestão da área de saúde como a resposta para desconfortos do seu corpo. 

Eu já passei por ciclos de dor em meus anos mais jovens. Ferir frequentes, consegui sub 02:25 maratonas com a escola e trabalho compromissos ocupados habituais de um médico. Eu, então, descoberto em 2000 após anos de dor progressiva em meus pés que a artrite grave havia engolido minhas duas grandes articulações dos pés. O termo técnico é hallux rigidus e causas são muitas, incluindo: empurrando muito difícil em um primeiro dedo do pé dorsiflexed repetitivamente, corrida e caminhada em sapatos com um salto de colocar as forças não naturais sobre as articulações dos pés, e outros fatores genéticos e / ou déficits biomecânicos. As mulheres sofrem de artrite prejudicial nessa articulação quatro a cinco vezes a taxa dos homens. Uma razão pode ser a elevação do calcanhar e colocar as forças não naturais a esta articulação como andam e ficar o dia todo em mal ajustadas sapatos ou saltos altos. 

Eu decidi ter ressecções ósseas para as mudanças artrite nas grandes articulações toe MTP (joint onde toe atribui a pé). Eu não poderia dorsiflex (dobrar-se), nem grande articulações toe MTP devido às mudanças degenerativas. A cirurgia aliviou um pouco a dor, mas o conjunto ainda era essencialmente fundido em linha reta. Eu pensei que meus dias de funcionamento foram feitas sem dor; Esta foi a mensagem ortopédica. Talvez pegar outra atividade? Nenhum deles era o mais conveniente e relaxante quanto em execução. 

Depois de levar alguns meses de pós-operatório off no início de 2000, eu estava decidido a tentar reorganizar como eu corri com apenas um objetivo-sair e me divertir. Eu vivi fora de um parque arborizado, em Denver, onde todos correram, Washington Park. Ele tinha uma superfície crush-rock perdoar e laço que um não se cansa de 2,5 milhas. 

Também estudei o que foi escrito sobre os métodos de execução e tornou-se particularmente interessado em conceitos de senso comum para a redução do impacto e as forças de otimização e momentum. Os temas mais comuns eram mais curtos passo e cadência mais rápida, não overstriding e travagem, uma ligeira inclinação para a frente e desembarque mais médio-pé sob um do centro de massa. Eu também tentei descobrir como os quenianos correndo; eles não tinham sapatos, então tivemos que têm estilos de baixo impacto. Eu treinei "fácil" pelo método que se tornou popular por Phil Maffetone e utilizado por correr muito bem Priscilla Welch e seis vezes vencedor do Ironman Hawaii Mark Allen. Eu também incorporou uma compreensão completa do método Lydiard. 

Estes métodos focada em tornar-se completamente em uma eficiente da taxa cardíaca aeróbica pura. Este é o nível em que a utilização de gordura é a fonte primária de energia. Ele constrói o sistema aeróbio ao seu potencial máximo. O corredor se torna eficiente na forma e no metabolismo, a construção de milhares de leitos capilares e as mitocôndria para produzir energia aeróbica em um set de baixa freqüência cardíaca. Com semanas de prática e paciência, o ritmo cai com a mesma freqüência cardíaca baixa. O corredor se transforma de um veículo a gás puro (glicose como combustível) para um híbrido eficiente, utilizando elétrico (gordura) como combustível principal e ligar o gás quando você precisar dele. 

Surpreendentemente, aderindo a essa abordagem "fácil" execução e um estudo mais aprofundado de alguns técnica melhorada I subiu para executar uma 2:28 a 2000 Marine Corps Marathon depois de apenas quatro meses de volta a funcionar e não mais de 60 milhas por semana. Eu também recuperou mais fácil do que nunca. 

Eu podia visualizar a "terra com os joelhos dobrados" e "sob o centro de massa" que estes métodos estavam descrevendo. Eu entendi o que não fazer ... não pousar nos saltos, mas realmente não ter o que fazer. Que áreas fez um foco para gerar movimento? Como eu poderia explicar isso simplesmente a um paciente ou corredor? 

Na época, eu treinei a equipe no treinamento em Denver e foi um médico regional. Eu compartilhei esses princípios de baixo impacto e aeróbicos somente o treinamento com um grupo de corrida que muitas vezes tornou-se ferido a menos que orientado corretamente. 

Eu continuei a ter maratonas de sucesso, mas ainda tinha falhas ocasionais na quilômetros depois. Então eu corri a 2:39 na 2005 Marine Corps que não foi realmente gratificante, mas percebi que eu estava ficando mais velho e mais ocupado com a vida (crianças agora). 

Em dezembro de 2005 havia um artigo no Sunday Washington Post em ChiRunning e seu criador Danny Dreyer. A peça curta era intrigante e me levou a comprar o seu livro. Após a primeira leitura e um pouco de prática, eu percebi o que estava faltando na tentativa de encontrar e ensinar lesão eficiente running- livre tirar o poder do núcleo e "levantar as pernas", enquanto off carregar os pés. Este foi um método que eu poderia visualizar completamente. Mas o mais importante como médico eu sabia que este era um método de aprendizado para as massas de corredores recreacionais que muitas vezes eram feridos, tentando executar mais confortavelmente, ou com medo ou disse para não correr mais. 

Também estudei anatomia do pé como relacionados a postura e na marcha. Quando um calcanhar é elevado o arco do pé desestabiliza e um efeito dominó de compensações ocorrer. Quando um calcanhar é elevada a grande dedo do pé não pode estabilizar o arco na forma concebido e do quinto metatarso, uma outra estrutura de chave da estabilidade, é levantada do chão. 

Através da aplicação destes princípios, eu continuei a correr maratonas em menos de 2:35. Terminei 02:34 na Maratona de Boston de 2010 para torná-lo 22 de últimos 24 anos, com um tempo sob esta marca (perdidas durante a minha médica ano estagiário e em 2009, quando eu corri 2:37). Na minha quadragésimo ano, eu ganhei a maratona Força Aérea definitivas em 2:31, venceu dois Divisão Marine Corps Marathon de mestrado e três de sucesso 50 milers no altamente competitivo JFK 50 Mile Run (décimo sexto lugar em 2007 e décimo primeiro lugar e primeiro mestre em 2008, e vigésimo primeiro lugar em 2010). Eu não poderia imaginar se alinhando para as distâncias de ultra sem a arma secreta de ChiRunning no kit de ferramentas. Eu estou correndo agora em um sentimento mágico, colocando meu pé no chão, inclinando-se ligeiramente em queda controlada, e apenas pegar meu pé fora do chão. Sem stress, flexão, ou dor na articulação do dedo grande. 

Como um médico em busca de encontrar novas formas inovadoras de tratar a lesão, o método ChiRunning gritou para o estudo. O primeiro passo foi o levantamento dos usuários para resultados e comentários. No final de 2007 Danny Dreyer enviou 25.000 inquéritos e-mail que pescou uma resposta de dez por cento. Isso é bom no mundo da pesquisa de opinião. Os resultados mostraram diminuição dramática lesão e esforço, e uma curva de aprendizagem rápida. A parte que realmente me convenceu a continuar a validar este método foi a mais de 1.000 comentários, muitos dos quais eram nada menos do que uma mudança de vida depoimentos para ChiRunning. Seguimos este com um estudo piloto prospectivo pequena em 2008 e até mesmo em um pequeno grupo com uma breve intervenção descobriram que as pessoas podem aprender a forma e reduzir o esforço. Minha esposa é um pesquisador e ela me disse uma vez que "o plural de anedota não é verdade." Então, nós estamos continuando a prosseguir os estudos para mais uma prova de princípio. 

Agora que eu descobri uma melhor circulação e tentar responder se os outros poderiam fazer o mesmo, a evolução natural foi a intrigante questão de saber se as questões de calçados. Na época, eu estava correndo por Brooks e teve grandes conversas com a Trip designer de Allen. Trip também acreditava que sapatos com saltos foram um impedimento para a mecânica melhor e teve protótipos sem elevador calcanhar. Ele aconselhou-me a cortar a parte do calcanhar do meu Brooks queimadura - seu projeto original não tinha elevador calcanhar. Este sapato me senti muito bem e eu completei maratonas e duas JFK 50 Mile corre no sapato com o salto hack serrada. Jay Dicharry incentivado o uso de uma placa rígida turf toe sob a articulação do dedo grande para a proteção. Isso ajudou o dedo do pé, mas eu perdi um pouco da sensação natural para a estrada e pista. 

Newton empresa funcionando nasceu em 2007, e seus conceitos parecia bem em linha com o que eu estava aprendendo. Eles não tinham outra agenda do que ensinar a boa forma e fornecer calçado que promoveu natural de corrida. Entrei em contato com a empresa em 2009 para ver se eu poderia ajudar nessa missão da educação e médico lado e tentar com os sapatos. Como eu já estava correndo em bastante plana sapatos variedade caseiros a transição foi fácil e eu pude ver imediatamente os benefícios complementares de forma natural. O design de sola e entressola permitido bela recolhimento elástico relaxado se relaxou seu menor pernas- o método ensinado por Newton e Chi. O cone de 21 milímetros na parte dianteira do pé também permitiu um efeito roqueiro suave na decolagem onde meu dedão do pé seria completamente átona. Em uma semana eu joguei fora as placas de grama do dedo do pé e foi redescobrindo minha sensação com os pés descalços sobre superfícies artificiais e naturais difíceis. Terreno plano, magra, elevador, relaxar e respirar. O design exclusivo entressola também me ensinou desequilíbrios através dos padrões de desgaste e eu poderia auto corrigir. Uma vez que não é feita com espuma de EVA, os materiais na sola intermédia manteve as mesmas propriedades através de mil milhas, por isso, os sapatos mais velhos tornaram-se como velhos amigos. 

Em dois anos, eu fiz divertidas novas descobertas como tinha Newton correndo em como ensinamos movimento e sentir as coisas nós mesmos. Minha nova loja de varejo em uma pequena cidade de West Virginia vende só sapatos que são planas. Não é de surpreender após alguma educação e sapatos tentando para uma corrida de teste, os corredores sentir a diferença imediatamente. Há importantes princípios da mecânica e da marcha que são afetados pela elevação do calcanhar, como a maioria dos sapatos tradicionais. Esta define-se forças anormais de torque superior a cadeia cinética, assim como deslocamentos do centro de massa do corpo para a frente para longe do local crítico para o pé destinado a suportar o peso. Temos uma grande quantidade de literatura sobre ourstore website. 

A beleza de se concentrar em forma é que todos nós continuamos a melhorar, às vezes em pequenos passos e muitas vezes por saltos. Nenhum de nós está perto da perfeição. Melhorias formulário e calçados complementar me deram correndo longevidade, tornou mais fácil e indolor, e me deu confiança para continuar a correr e correr. 

Sem dor, sem ganho deve ser uma coisa do passado. Sem dor, obrigado você-- que é o caminho natural.

31 de agosto de 2014

Montanha russa de emoções

Uma lesão nos joga pra baixo.

Hora você está bem, hora você está mal.

Um dia dói e outro também.

Já passei por isso, sei que vou melhorar, mas é duro.

Espero sair mais forte e mais consciente de tudo isso.

Hoje estou triste.

Espero estar melhor amanhã.